Aos poucos deixo de ser quem sempre fui. Deixo de nomes, deixo de não ir, deixo de ser sempre o mais difícil.

Aos poucos eu perco a identidade: Compareço a reuniões que não me interessam e atendo o telefone.

Meu triste nada é assim:  Sem Revolta, sem alardes.

Apenas um sorriso tímido para alguém que não o merece.

Lenços para usar na cabeça
Final de ano
Futuro